A chamada "Festa da Cueca" refere-se a um suposto escândalo envolvendo magistrados, desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) e garotas de programa em um hotel de luxo em Curitiba, que teria ocorrido durante o auge da Operação Lava Jato.
O termo ganhou repercussão nacional no final de 2025, quando delações e investigações da Polícia Federal (PF) apontaram para a existência de gravações desse evento, que teriam sido usadas para chantagem.
Principais pontos sobre o caso:
- Conteúdo do Vídeo: Segundo relatos, o vídeo mostraria desembargadores em situações íntimas (pelados ou de roupa íntima, por isso o nome) com garotas de programa.
- Chantagem e Lava Jato: O empresário e delator Tony Garcia afirmou que essas gravações eram mantidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba — na época comandada pelo ex-juiz Sergio Moro — e serviam para pressionar desembargadores do TRF-4 a não reverterem decisões de Moro.
- Apreensão pela PF: Em dezembro de 2025, a Polícia Federal, por ordem do ministro Dias Toffoli (STF), apreendeu materiais na 13ª Vara Federal de Curitiba, incluindo o arquivo que comprovaria a existência dessa "festa", anteriormente tratada como boato.
- Consequências: O caso é investigado como parte dos abusos e desvios de conduta cometidos durante a condução da Operação Lava Jato, com indícios de "arapongagem" (espionagem) ilegal e uso de informações sigilosas para alpinismo funcional.
Tony Garcia, que se apresenta como um agente infiltrado de Moro na época, relatou que o material foi usado para manipular o tribunal que revisava os processos da Lava Jato.
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